Divulgação – Curso de Fundamentos Linux Online FREE
Por Daniel Cardoso Tavares
O David, do site http://segurancaiesb.blogspot.com/, enviou uma mensagem divulgando o curso de Fundamentos Linux que eles, em parceria com a empresa http://www.tibase.com.br/, estão disponibilizando de graça.
Para participar, você precisa apenas entrar no segurancaiesb e seguir os passos lá indicados.
Seguem informações sobre o curso:
Curso: Fundamentos Linux
Carga Horária: 32 horas(EAD)
Descrição do Curso: Esse treinamento visa capacitar qualquer pessoa a trabalhar com o Sistema Operacional Linux. É um curso fundamental que irá ensinar os principais tópicos para que um usuário iniciante possa ingressar no mundo Linux. Necessário como pré-requisito para os cursos preparatórios para certificação LPI.
Pré-requisitos: Operar um computador
Material: Apostila e slides produzidos pela Base TI, por instrutor certificado LPIC-2.Principais Tópicos Abordados:
Histórico do Linux;
Instalação do Sistema;
Esquemas de Particionamento;
Comandos básicos para operar e configurar o sistema;
Comandos de administração do sistema;
Editor de texto VIM;
Configurando a rede no Linux
Instalando e removendo programas;
Administração de usuários.
The Economist: Impressoras 3D Iniciam a Terceira Revolução Industrial (Shapeways.com e Quirky.com) | Negócios
Por Danie Cardoso Tavares
A revista The Economist, a mais respeitada do mundo na área de economia, fundada em 1843 em Londres, lançou vídeo no qual declara que as impressões tridimensionais estão lançando o que chamou de “terceira revolução industrial”.
A grande coisa do processo é que novos designs podem ser pensados por qualquer pessoa capacitada e produzido por meio de sites como o www.quirky.com ou www.shapeways.com. Desde brinquedos em plástico até peças mecânicas em aço podem ser produzidas de tal forma.
É mais um prato cheio para os modeladores digitais, como nós da área de Jogos Digitais!
Shapeways.com
A proposta do site www.shapeways.com é permitir que todos os membros coloquem seus objetos 3D online, em um sistema de “lojas pessoais” e ganhem dinheiro com a venda.
Os produtos podem ser impressos em:
- Plástico (USD 1.4 o cm3)
- Acrílico (de USD 2.39 a USD 2.99 o cm3)
- Alumida (um tipo de pó de alumínio, que forma estruturas porosas) (USD 1.75 o cm3)
- Aço inoxidável (USD 8.0 o cm3)
- Prata (USD 20.0 o cm3)
- Cerâmica (USD 0.18 o cm2)
- Vidro (pó de vidro condensado) (USD 6.0 o cm3)
- Gipsita (USD 0.75 o cm3)
Como fazer? Você manda seu arquivo OBJ (há outros tipos, mas geralmente para produtos que modelam objetos industriais mesmo: DAE, STL, X3D, X3DB, X3DV, WRL), com no máximo 64mb e pronto: ele irá para sua loja online de “suveniers”.
Quirky.com
A proposta do www.quirky.com é diferente. Lá, você deve postar seu projeto em um forum e, se ele for escolhido como um dos melhores (acredito que a cada 15 dias), ele será aperfeiçoado a produzido.
Então: corram modeladores: participem da “terceira revolução industrial! Além disso, o mundo espera ansiosamente pela criatividade de vocês…
Plataforma de Vendas Steam Enfrenta Desafio Crescente Com Adesão de Grandes Publicadoras à Origin | Negócios
Por Daniel Cardoso Tavares
Cresce a cada dia a adesão de grandes publicadoras à plataforma de vendas Origin, que bate de frente com a gigante STEAM. As informações são da develop-online.net.
O último apoio de peso veio da Sega, acompanhando o movimento de outras 34 empresas, incluindo a Team 17 (publicadora do jogo Worms) e Rebellion. “Estamos muito satisfeitos com a parceria com a Origin”, afirmou o chefe da Sega do Reino Unido, John Clark.
Para Craig Rechenmacher, diretor de desenvolvimento de negócios da EA, chegou a dizer que a Origin “está rapidamente transformando-se no destino para consumidores que procuram por novos conteúdos para jogarem com seus amigos”.
Sistema de Aulas Online do Pro4Games.com.br | Negócios
Por Daniel Cardoso Tavares
Gostaria de divulgar, hoje, o sistema de aulas online que utilizo no site www.politicaexterna.com e que os professores de artes e programação para jogos poderão utilizar também aqui no www.pro4games.com.br.
O sistema permite aulas online, com salas de até 50 usuários simultâneos com:
- Acesso a microfone e webcam para todos os alunos (o moderador controla quem terá permissão de fazer perguntas, por exemplo);
- Espaço para slides de powerpoint/imagens/webcam/transmissão da área de trabalho do professor;
- Chat público ou reservado;
- Controle de apresentadores (outros professores podem alternar com o principal);
Vídeo demonstrativo
Vídeo demonstrativo com pequeno trecho de aula de Economia Internacional, ministrada pela professora Michelle Miltons.
Valor e organização
A sala com até 50 usuários custa apenas R$ 300,00 mensais. Caso haja interesse em sala maior, é possível expandir para até 100 alunos simultâneos, ao custo de R$ 500,00 mensais.
Todo o processo de organização da aula, propaganda e avisos aos alunos deve ser feito pelo professor, mas ele poderá contar com o www.pro4games.com.br para divulgação.
O professor também receberá suporte para aprender a lidar com o sistema.
Os interessados devem enviar e-mail para webmaster@pro4games.com.br.
Resumo de Reportagem da "Época" – Gameficação: Experiências Reais Planejadas para Fluir Como Games
Versão por Daniel Cardoso Tavares
Fonte: Época
Em reportagem publicada no dia 24/02 a revista época faz um sobrevoo sobre o mundo dos jogos e seu contato com a realidade e com as necessidades do mercado. A seguir, faremos um resumo, acrescentando novas informações, do conteúdo da parte liberada da matéria.
A reportagem
Inicialmente, cita-se o livro Êxodo para o mundo virtual (2007), onde prevê-se que em uma ou duas gerações (aproximadamente 20 anos para cada), “centenas de milhões de pessoas devem abandonar ou diminuir seus afazeres no mundo real para se refugiar em universos virtuais criados por desenvolvedores de jogos”. Para Jane McGonigal (que será inserida no “Palestras” de hoje) os jogos supririam necessidades que o mundo real não teria condições de satisfazer. Para ela, “comparada aos games de sucesso, a vida é um jogo desinteressante, cujos desafios não estão à altura da capacidade do jogador.” A mudança viria incorporando à realidade “elementos que tornam os games agradáveis, como a criação de rankings e a distribuição de pontos pelas tarefas realizadas.” Como já vimos no “Palestras”, o autor Jesse Schell tem uma visão um pouco diferente, acreditando que o sistema de recompensas pode ser contra produtivo.
Voltando, entende-se que o nome desse processo seria gameficação. Tratar-se-ia de um fenômeno cada vez mais presente nas empresas, na vida das pessoas e até mesmo em pesquisas médicas. A revista cita o projeto Foldit, da universidade de Washington, que gameficou a tarefa de desvendar estruturas de proteínas, permitindo que jogadores não formados em biologia fossem capazes de desvendar complexos quebra-cabeças, até mesmo antes de profissionais da área ou de supercomputadores em anos de processamento.
De acordo com a reportagem, em “três semanas, usuários do FoldIt conseguiram desvendar a estrutura da protease, uma enzima cujo desenho os cientistas tentavam entender havia dez anos sem sucesso”. O projeto é tão bem sucedido que suas descobertas já saíram duas vezes na revista Nature.
Empresas como a Nike (no programa Nike+) usam informações dos usuários (recebidas por meio de equipamento nos tênis em conjunto com iPods) para criar competições, dando “medalhas” como prêmio após metas serem atingidas em uma manhã de corrida, por exemplo. A rede social FourSquare também estimula por meio da gameficação o compartilhamento da localização de amigos ou por visitar determinados locais (como, por exemplo, medalhas para quem visita x número de lojas em determinado bairro).
A reportagem afirma que a palavra gameficação tornou-se moda no mundo empresarial, com bancos e multinacionais procurando incorporá-la a fim de atrair mais e mais clientes, recrutar e treinar. Por meio dos jogos, torna-se possível simular situações, aprimorando técnicas e evitando erros. O Bradesco é um exemplo, onde os jogos são utilizados internamente há dez anos.
Cita-se a rede McDonalds, que tem apostado na gameficação nos últimos três anos, dando prêmios em dinheiro para os melhores colocados no jogos de treinamento. “Os games desafiam o usuário a administrar uma lanchonete – da compra de matéria-prima à economia de energia, passando por gastos com mão de obra e infraestrutura. É um jogo de estratégia, em que o funcionário administra recursos.” Os prêmios podem chegar a R$ 10,000 em vale-compras para lojas parceiras.
Algumas empresas produtoras de jogos, como a BR Academy, especializaram-se nesse tipo de treinamento. Bancos, escolas de negócios, concessionárias, administração de aeroportos e hositais: todos são clientes ávidos pelas novidades no mundo dos treinamentos via jogos digitais. Um exemplo citado foi um jogo de moda onde “o jogador precisa decidir não só o tipo de roupa que produzirá, mas também a maneira como vai divulgar sua marca, qual é o preço e o público dos produtos, quantas peças serão produzidas e quanto os funcionários devem receber.”
Benefícios dos jogos
Em um segundo momento, a reportagem fala sobre os benefícios neurológicos trazidos por meio dos jogos. Por exemplo: jogos de guerra aumentam cerca de 25% a velocidade de tomada de decisões na vida real, lembrando o jogo America´s Army, criado pelo exército dos EUA para treinamento “mental” dos soldados. “O game é considerado a mais bem-sucedida estratégia do Exército para incentivar o engajamento dos jovens.”
Por fim, fala-se sobre o uso de jogos como forma de descobrir vocações profissionais. Cita-se o exemplo do jogo Guitar Hero, que gerou crescimento considerável no número de pessoas interessadas em escolas de música; ou de jogadores que passaram do jogo para a prática do esporte (ou profissão) real. “Num mercado de jogos cada vez mais realistas e cheios de detalhes, exemplos como o dele devem se tornar mais comuns. É mais um passo no encurtamento da distância entre os jogos e a vida real.”
Jovem de 16 anos cria aplicativo e faz sucesso na App Store. | Diversos
Por Marcos Carvalho
Nick D’Aloisio, um estudante britânico de 16 anos, deu vida ao aplicativo Summly, que facilita as buscas na rede, resumindo os resultados encontrados em pontos de maior relevância. Para isso, faz se necessário a utilização o histórico de pesquisa do usuário. Além disso o aplicativo é gratuito. Sua fama veio depois que a Apple destacou o aplicativo como o Aplicativo da Semana (App of the Week).

Atraindo os olhos de grandes investidores, dentre eles Li Ka-Shing, um dos homens mais ricos do mundo. O menino já se reuniu com investidores do Vale do Silício, e já pensa em licenciar ou vender a tecnologia, Nick, que desenvolveu o software em casa com o apoio dos pais e a ajuda do irmão de 12 anos, já pensa em abrir um escritório e contratar funcionários de várias partes do mundo.

